domingo, 19 de julho de 2015

10 coisas que ninguém te conta sobre o pós-parto


Todo mundo fala sobre as maravilhas de se tornar mãe. Do amor incondicional, da emoção do parto, do momento de cumplicidade na amamentação... O que quase ninguém comenta, porém, é que depois que o bebê nasce a mulher não fica em estado de graça, não. O corpo fica inchado, começa um sangramento intenso e amamentar pode não ser tão simples quanto parece. Embora, ainda assim, a gente ame passar por isso só para ter nosso pequeno nos braços, nunca é demais se informar sobre o assunto.

1. Sangramento

Sabe quando o dia do nascimento se aproxima e você começa a estocar coisas em casa para não precisar sair depois que o bebê nascer? Então, capriche nos absorventes! Depois do parto, é normal ter um sangramento intenso durante algumas semanas e, em geral, o fluxo costuma ser ainda maior para quem tem parto normal. Isso acontece porque o corpo está eliminando o material que revestia o útero durante a gravidez e o sangramento dura por volta de 40 dias, mas são nos primeiros 10 que você vai precisar dos absorventes mais poderosos.

2. Baby Blues

Você sempre ouviu dizer sobre o amor imenso e incondicional de quando se torna mãe, mas vivia se pegando triste ou meio deprimida? Não precisa se sentir culpada ou envergonhada por isso! "O pós-parto é uma verdadeira explosão hormonal e essa alteração por si só já pode levar ao Baby Blues. Associado a isso, ainda têm todos aqueles sentimentos normais quando o bebê nasce, como medo e ansiedade", explica a Dra. Natalia Tannous, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz.

3. O bebê sai, a barriga fica

Nem adianta criar expectativas, pois você não vai sair da maternidade com a barriga igual à anterior à gravidez. "O tempo de recuperação varia de acordo com a musculatura que a mulher tinha antes da gestação, mas em qualquer caso, o útero não volta imediatamente ao tamanho normal. Ele leva mais ou menos um mês para recuperar as dimensões de antes", destaca a especialista. Algo que pode auxiliar nesse processo é o uso da cinta, que funciona como um mecanismo que ajuda a colocar a musculatura no lugar.

4. Não é tão natural quanto dizem

Há quem diga que amamentar é um ato instintivo. Pode até ser, mas a verdade é que, em muitos casos, dói, machuca e é difícil. O ideal é pedir ajuda e aprender novas posições, além da pega correta, claro. Mesmo assim, há mulheres que não conseguem amamentar tanto quanto gostariam - seja porque não têm leite suficiente ou porque ele empedra, por exemplo. O importante é não se comparar às suas amigas e saber que é normal ter dificuldades no começo.

5. Visitas nem sempre são tão bem-vindas

A gente ama a família e adora saber como nosso filho já é querido por tanta gente. Mas depois do esforço e da ansiedade, receber o pessoal do escritório no hospital não é aquela maravilha toda. Em casa, normalmente, o cansaço é ainda maior e só de pensar em levantar para abrir a porta já dá uma preguiça... A campainha toca e a vontade é de se esconder em baixo dos lençóis.

6. A quarentena

O seu médico vai recomendar cerca de 40 dias de resguardo. Isso é importante para manter a recuperação do organismo e evitar infecções, já que o colo leva esse tempo para fechar. Mas o que acontece com muita gente - e poucas contam - é que o desejo sexual não aparece, necessariamente, quando a quarentena termina. Porque o cansaço é muito, você fica com medo de sentir dor ou até mesmo porque simplesmente não quer. "Acho que até mais importante do que a recomendação médica é respeitar o tempo da mulher. Ela precisa ter vontade de ter relação e saber se está com alguma dor ou não", aponta a obstetra.

7. Cansaço

Ok, sobre isso todo mundo fala e você não pode dizer que não foi avisada. Mas embora a gente escute a vida inteira as mães contando sobre a exaustão de cuidar de um recém-nascido, só descobre mesmo como isso funciona na prática. E é quando você passa o dia inteiro de pijama esperando alguém chegar para poder tomar um banho de dois minutos que entende exatamente o que elas queriam dizer.

8. Gases e inchaço

Não é só a barriga que sai maior do que você gostaria do hospital. O corpo todo fica meio inchado, principalmente os pés. "Na gravidez, o tamanho da barriga já dificulta a circulação e faz as extremidades ficarem inchadas. No pós-parto isso continua, principalmente para quem fez cesárea, pois o tempo em repouso na cama também contribui para isso", esclarece a Dra. Natália, que acrescenta: "como na cesariana abrimos o ventre da mulher, a entrada de ar ajuda a formar gases, que pioram com o repouso".

9. Elas continuam

Você sabia que o útero continua tendo contrações mesmo depois do parto? Pois é. E dá até para sentir! Isso porque ele está voltando ao tamanho normal e esse processo é estimulado pela amamentação. Conforme o bebê suga, estimula a produção de ocitocina que torna essa diminuição do útero ainda mais rápida.

10. Palpites

De repente, todo mundo vai entender tudo sobre recém-nascidos e te dar mil conselhos sobre como dar banho, como colocar o bebê para arrotar e até no tipo de roupa que você coloca nele. Sim. Inclusive gente que não tem a mínima ideia do que fazer com uma criança. Apenas sorria!

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/saude/bebe/10-coisas-que-ninguem-te-conta-sobre-o-pos-parto?origem=homebebe

terça-feira, 10 de março de 2015

Mês da Mulher


"PARA MIM, A CRIAÇÃO DE UMA MENINA FORTE COMEÇA AINDA NA INFÂNCIA: MOSTRANDO QUE ELA NÃO É MENOS (NEM MAIS) POR SER MULHER".
Desde que eu era pequenininha, eu olhava para minha mãe e a considerava uma super-heroína. Eu admirava sua força, determinação e imaginava se um dia conseguiria ser como ela. Costumo dizer que venho de uma família de mulheres fortes: minha bisavó - numa época em que mulher alguma ousava trabalhar fora - tinha uma profissão e ganhava o seu dinheirinho. O mesmo aconteceu com minha avó, que se tornou viúva muito cedo e, a duras penas, teve de se tornar o arrimo da família. Esses foram os exemplos que minha mãe seguiu e acabou crescendo com o mesmo perfil. Se hoje posso dizer que me sinto uma mulher decidida, que corre atrás de seus sonhos, eu devo muito a elas.
E não adianta mostrar isso apenas às nossas filhas - também temos que ensinar os meninos! Para que eles aprendem a respeitar o sexo oposto e, ainda, para que no futuro não se sintam perdidos, sem saber como lidar com mulheres que não aceitam mais o papel de submissão (e que esperam dos homens o parceiro que as acompanhará em todas as esferas de suas vidas - inclusive nas tarefas da casa e nos cuidados com os filhos).
Talvez você esteja se perguntando: "mas como fazer isso? Falar é fácil, difícil é fazer". E a minha resposta é: derrubando os muros que separam o mundinho cor-de-rosa das meninas e o azul dos meninos. Podemos começar deixando que nossos filhos brinquem de cozinhar (não seria ótimo uma geração de homens que sabem preparar o jantar?), enquanto nossas filhas brincam de construir (porque a pequena pode querer ser uma engenheira - e das melhores!). Podemos solicitar de um filho e de uma filha a mesma ajuda para arrumar a mesa, lavar a louça ou fazer suas camas. Podemos dar as mesmas condições a eles - ou só porque é menino pode ganhar um carro quando completa 18 anos, enquanto a irmã recebe um sonoro "não"?
Com isso, não estou querendo dizer que meninos e meninas são iguais (porque, obviamente, não são). Nem que meninas precisam perder sua feminilidade para que se tornem fortes. Apenas acredito em um mundo onde as diferenças são respeitadas e no qual haja, de fato, colaboração entre gêneros - e não competição!
Nós, mães e pais, podemos ajudar nessa mudança. Eliminando nossos próprios preconceitos e permitido que meninos e meninas cresçam em um único mundo - mais compreensivo, mas colaborativo e feliz. Que tal começarmos nesse exato momento?
Escrito por Nivea Salgado
Fonte: www.bebe.abril.com.br

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

O homem e a gravidez


A mulher grávida está em uma transformação diária. Aumento de peso, mudança hormonal, variações de humor e mais uma série de alterações vão acontecendo ao longo dos nove meses.

Sem perceber, muitos homens deixam de participar mais ativamente de todas as transformações que acontecem não só com a mulher, mas dentro da casa. O problema é que o afastamento prejudica a relação entre homem e mulher.

Nessa fase a mulher tende a estar mais sensível e passa a sentir a necessidade de apoio e atenção ainda maior do companheiro.

- Mulher mais sensível requer maior compreensão do companheiro: para se fazer mais presente, o homem deve se envolver mais no dia a dia da casa, nas transformações da mulher e no desenvolvimento da gravidez.

- A maternidade não pode interferir no casamento: é muito importante que mesmo após o nascimento da criança, mãe e pai possam ter, pelo menos, um dia da semana para curtirem o momento a dois.

- Acompanhe as consultas médicas, exames e compras: o envolvimento do homem não fica apenas dentro de casa. Participar ativamente da escolha do enxoval, dos móveis e até da decoração do quarto também é papel do pai.

- Aproveite o tempo antes da chegada da criança: uma coisa valiosa que o casal tem antes da chegada do bebê é o tempo. Aproveite esses momentos para sair com a mulher, ir ao cinema e fazer programas ao ar livre.

- Organize a vida pensando no pós-parto: se na sua casa a mulher é a única responsável pelas tarefas domésticas, é hora de pôr fim nisso. Com o bebê, as atenções da mulher estarão mais voltadas para ele do que para a casa.

- Fazer compras, organizar as idas da empregada e até colocar a mão na massa para limpar e arrumar a bagunça, se você não tem empregada, é uma maneira de se envolver com a nova realidade de pai.



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Fim da licença. E agora, onde deixar o bebê?

Depois de 4 ou 6 meses de total dedicação ao bebê, chega a temida hora de voltar ao trabalho. E por mais que a gente se programe e faça mil planos para que esse processo seja tranquilo, no fim das contas nunca é.

O coração fica apertado e a cabeça, cheia de preocupações - afinal, decidir onde ou com quem deixar o filho não é uma tarefa nada simples.

Seja em casa com uma babá ou avó, seja num berçário ou creche, é preciso considerar vários aspectos. Veja alguns prós e contras de cada opção que podem te ajudar nessa escolha.




No conforto do lar
Deixar o bebê em casa aos cuidados de um adulto (babá, avó, etc.) é uma das opções mais escolhidas pelas famílias. Nesse caso, a confiança é requisito básico. Quem não tem a ajuda de familiares precisa escolher a babá com calma e cautela. Os cuidados em casa não têm tanto profissionalismo ou uma rotina bem definida como no berçário, mas existe um lado muito positivo, pois o ambiente já é bem conhecido pela criança, ela pode ficar mais tranquila e, claro, mais segura, já que não é exposta a possíveis viroses.

No berçário
Se você optar por colocar o bebê num berçário ou creche, tenha em mente que a escolha do local é fundamental. Do ponto de vista da saúde, o assunto divide opiniões. Alguns pediatras acreditam que a saída de casa e a convivência com outras crianças são benéficas. Por outro lado, há médicos que reforçam a importância de manter a criança em casa pelo maior tempo possível. Entre prós e contras na saúde, o berçário traz o benefício de seu filho ser cuidado por profissionais bem preparados, o que garante tranquilidade aos pais.

Fique tranquila
Seja qual for a sua escolha, procure (de verdade) não se sentir culpada por ficar longe do bebê. Essa é uma fase natural para todas as mães que trabalham, e o tempo vai ajeitando as coisas.


Fonte: www.paisefilhos.com.br

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Quartinho do bebê: um conto de fadas!

Uma fase bem especial para mamães e papais é a montagem do quartinho do bebê. Isso porque, os quartos de crianças podem ser comparados a contos de fadas.

Você pode encontrar um vilão dentro do guarda-roupa, uma mocinha embaixo da cama e fazer do seu filho um príncipe que vai salvar esse território com uma espada de brinquedo.

Tudo é ilusão, contos, histórias, mas é nesse espaço que é montado com todo o carinho que eles vão viver grandes fantasias. Por isso, é importante tornar o ambiente agradável, confortável e especial.


Escolher os móveis adequados, ocupar os espaços de forma correta, utilizar tintas especiais, tudo isso é possível com um bom planejamento. Por isso, a dica é avaliar com calma, escolher bem e montar tudo com delicadeza e atenção nos detalhes.

As fotos são do quartinho e enxoval da Helena, com a coleção personalize Começo de Vida.




sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Selo de Qualidade



A partir de agora a Começo de Vida tem o direito de utilizar o selo Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). Essa conquista foi devido ao Prêmio MPE Brasil em Santa Catarina e representa muito para a empresa, já que somente recebe essa certificação quem tem excelência em qualidade.

A nossa preocupação com a equipe, com todos os detalhes dos nossos produtos e com os clientes faz parte dessa excelência. A Começo de Vida está muito feliz com essas conquistas e quer dividir isso com todos, agradecendo a cada um que faz parte desse processo.

Dedicamos isso à nossa equipe e aos nossos clientes!

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Piscina e praia: um desafio!

O Verão nos inspirou a buscar mais dicas e informações importantes para as mamães, dessa vez sobre PISCINA e PRAIA.
Geralmente as crianças, mesmo os bebezinhos, adoram água. Por isso, é preciso alguns cuidados, principalmente nesta época do ano.



Monstros marinhos
O que fazer se a criança for atingida por uma água-viva ou caravela? “No momento em que acontecer, faça compressas de água do mar para anestesiar o ponto. Não use água doce, pois ela pode facilitar a liberação de mais toxinas na pele”, ensina o dermatologista Mário Chaves. Faça as compressas até ir ao hospital para um médico averiguar e prescrever medicação, se necessário. Não é comum que os tentáculos se prendam à pele – mas isso pode acontecer, e o resultado é dor intensa e irritação da área afetada. Nesse caso, nem pense em retirar os tentáculos com as mãos desprotegidas – você pode se tornar outra vítima! Chame um salva-vidas para fazer a remoção. Ele estará preparado com neoprene e outros materiais seguros.

Xixi na piscina
Quando a piscina infantil está quentinha, sempre bate aquela dúvida: será que outras crianças fizeram xixi? Precisa sair da água? Na verdade não, pois a urina não é o vilão. O que mais pode causar vermelhidão e coceira na pele é o excesso de cloro. Por isso, é importante tirar sungas e biquínis molhados o quanto antes, já que eles também podem causar irritações genitais e facilitar cistites e infecção urinária. Se seu filho sentir ardência nos olhos e não quiser usar óculos de natação na piscina, lave bem com água filtrada ou soro fisiológico e aplique uma gota em cada olho de colírio lubrificante – os do tipo lágrima artificial, que usam a mesma fórmula para adultos e crianças. E para evitar que seu filho beba água com cloro ou xixi alheio, ensine-o a nadar de boca fechada.

Sempre seco
Se o corpo do seu filho estiver sempre molhado (especialmente entre os dedos das mãos e dos pés), é grande o risco de aparecerem frieiras. Confira as dicas de Kerstin Abagge, presidente do Departamento de Dermatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, para evitar esse incômodo:
- Quando acabar a brincadeira na água, seque bem os vãos dos dedos dos pés e das mãos. Nos bebês, não se esqueça das dobrinhas!
- Oriente seus filhos a sempre calçar os chinelos na saída da piscina e nos vestiários.
- Nos bebês que ainda usam fraldas, o ambiente inevitavelmente fica mais úmido, mesmo sem contato com a urina. Por isso, é importante trocar com mais frequência.

Site
Nesse link http://goo.gl/Vtxft5 você encontra muitas dicas sobre praia, o que levar, o que fazer e como agir.


Informações: Revista Crescer e Baby Center.