quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Entenda o parto humanizado


Entenda o parto humanizado
O parto humanizado tem sido a escolha de muitas gestantes para o nascimento do bebê. Mas algumas questões ainda geram dúvidas quando o assunto é posto na roda de discussão. Então, para tentar ajudar as futuras mamães a decidir esse momento importante e desmistificar o parto humanizado, elaboramos uma listinha com algumas curiosidades. Acompanhe!

O que é?
O parto humanizado é o atendimento que coloca em foco as necessidades da mulher em trabalho de parto. Assim, o princípio que reina na hora de dar à luz é o de respeito a aspectos relacionados a privacidade, a presença de acompanhante ou não, ambiente confortável, temperatura agradável e oferta de líquidos ou alimentos. A liberdade de escolha da mãe é sempre uma das questões mais importantes durante o momento e ele pode acontecer em casa ou no ambiente hospitalar.

Qual diferença entre o parto normal?

A diferença entre parto natural humanizado e o parto normal é justamente a maneira como o processo é conduzido. No parto humanizado o atendimento é centrado na mulher. As intervenções de medicamento, aceleração do parto ou mesmo o tradicional corte vaginal acontece somente quando é estritamente necessário. Além disso, no parto normal a mulher é apenas um agente passivo, no qual todas as decisões e processos são decididos pela equipe médica. Já no parto humanizado, a troca entre a equipe médica ou a doula é intensa.


Além do parto
Outro ponto a ser ressaltado, é que parto humanizado não se limita apenas ao momento do nascimento do bebê mas sim, a todo processo da gestação, do nascimento e do pós-parto,
ressaltando-se a importância do aleitamento materno nesta etapa.

Quais as vantagens de um parto humanizado?
Existem muitas vantagens para a mãe e filho. Como não há necessidade de recuperação da anestesia, nem de uso de medicamentos, nem da episiotomia, além do maior conforto emocional, a tendência é de um restabelecimento mais rápido, além de uma percepção mais positiva da experiência do parto. Para os bebês, as vantagens não estão completamente claras em longo prazo, mas sabe-se que com menos stress e uso de drogas/medicamentos envolvidos no processo, o risco de complicações tende a diminuir. Além disso, teoricamente, ele nasce de uma forma mais tranquila e a amamentação acontece logo após o parto, o que promove o vínculo entre mãe e bebê, tão importante nesse começo de vida.

É sua escolha
Com acompanhamento da sua obstetra e um pré-natal feito dentro dos conformes, não há porquê não optar pelo parto humanizado. Toda a gravidez tem riscos normais, implícitos a situação. Então, antes de decidir como você deseja que o parto ocorra procure diferentes opiniões médicas, converse com mães que já passaram por diversos tipos de parto, mas não esqueça que a decisão cabe a você, em como você se sente confortável que a experiência do parto é única, sendo assim, varia de mulher para mulher. O mais importante é que o momento lindo de gerar, seja da maneira mais agradável possível e cheio de amor. Isso não pode faltar!


quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Semana de Aleitamento Materno: alternativas para as mamães que trabalham




Para as (futuras) mamães de plantão no dia 1 de agosto começou a Semana Mundial do Aleitamento Materno, que vai até o dia 7 e tem como tema este ano mulheres que trabalham e amamentam. A iniciativa busca sensibilizar empresas sobre a importância da amamentação. Mas sabemos que para as que trabalham, após o fim da licença-maternidade continuar amamentando requer planejamento. A tarefa costuma afligir muitas mulheres em um momento que já é delicado por implicar na separação de mãe e filho. Então, separamos algumas dicas de como equilibrar a rotina de trabalho e a amamentação sem abrir mão nenhum dos dois.

Amamente o seu bebê sempre que estiver em casa.

Para manter uma boa produção de leite é importante amamentar muitas vezes. Quanto mais você dá de mamar, mais leite você terá. Aproveite os momentos que você está em casa, como antes de ir para o trabalho, se possível no intervalo e após o fim do expediente. Nos fins de semana amamente com mais frequência, assim você estimulará a produção de leite.

No trabalho, retire o seu leite com uma bomba para esvaziar o peito.
Esse leite pode ser dado ao bebê quando a mãe não está ou pode servir para preparar uma papa. Reserve tempo suficiente para que você fique descontraída ao retirar o leite com a bomba, se estiver com pressa, talvez não consiga retirar leite suficiente.

Escolha uma creche que fique perto do seu local de trabalho.
Assim, você pode aproveitar as horas de dispensa do trabalho para amamentação e se deslocar até creche e aí amamentar o seu bebê.

Trabalhar a tempo parcial.
Após a Licença por Maternidade (120 dias ou 150 dias) a mãe pode gozar a Licença Parental, que, numa das suas modalidades, consiste em trabalhar a tempo parcial (metade do tempo completo) durante um período máximo de 12 meses, com a consequente redução do salário.

Licença sem vencimento.
A mãe pode solicitar uma licença sem vencimento, ao abrigo da Licença Parental ou da Licença Especial para assistência a filho até aos 6 anos de idade.
Para mais informações sobre os direitos da mãe trabalhadora, consulte a legislação, no link: http://www.brasil.gov.br/saude/2011/10/conheca-alguns-direitos-da-mulher-gravida.

Confira algumas famosas que amamentam e entraram na campanha de aleitamento materno em apoio a amamentação em público e no horário de trabalho. 

domingo, 19 de julho de 2015

10 coisas que ninguém te conta sobre o pós-parto


Todo mundo fala sobre as maravilhas de se tornar mãe. Do amor incondicional, da emoção do parto, do momento de cumplicidade na amamentação... O que quase ninguém comenta, porém, é que depois que o bebê nasce a mulher não fica em estado de graça, não. O corpo fica inchado, começa um sangramento intenso e amamentar pode não ser tão simples quanto parece. Embora, ainda assim, a gente ame passar por isso só para ter nosso pequeno nos braços, nunca é demais se informar sobre o assunto.

1. Sangramento

Sabe quando o dia do nascimento se aproxima e você começa a estocar coisas em casa para não precisar sair depois que o bebê nascer? Então, capriche nos absorventes! Depois do parto, é normal ter um sangramento intenso durante algumas semanas e, em geral, o fluxo costuma ser ainda maior para quem tem parto normal. Isso acontece porque o corpo está eliminando o material que revestia o útero durante a gravidez e o sangramento dura por volta de 40 dias, mas são nos primeiros 10 que você vai precisar dos absorventes mais poderosos.

2. Baby Blues

Você sempre ouviu dizer sobre o amor imenso e incondicional de quando se torna mãe, mas vivia se pegando triste ou meio deprimida? Não precisa se sentir culpada ou envergonhada por isso! "O pós-parto é uma verdadeira explosão hormonal e essa alteração por si só já pode levar ao Baby Blues. Associado a isso, ainda têm todos aqueles sentimentos normais quando o bebê nasce, como medo e ansiedade", explica a Dra. Natalia Tannous, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz.

3. O bebê sai, a barriga fica

Nem adianta criar expectativas, pois você não vai sair da maternidade com a barriga igual à anterior à gravidez. "O tempo de recuperação varia de acordo com a musculatura que a mulher tinha antes da gestação, mas em qualquer caso, o útero não volta imediatamente ao tamanho normal. Ele leva mais ou menos um mês para recuperar as dimensões de antes", destaca a especialista. Algo que pode auxiliar nesse processo é o uso da cinta, que funciona como um mecanismo que ajuda a colocar a musculatura no lugar.

4. Não é tão natural quanto dizem

Há quem diga que amamentar é um ato instintivo. Pode até ser, mas a verdade é que, em muitos casos, dói, machuca e é difícil. O ideal é pedir ajuda e aprender novas posições, além da pega correta, claro. Mesmo assim, há mulheres que não conseguem amamentar tanto quanto gostariam - seja porque não têm leite suficiente ou porque ele empedra, por exemplo. O importante é não se comparar às suas amigas e saber que é normal ter dificuldades no começo.

5. Visitas nem sempre são tão bem-vindas

A gente ama a família e adora saber como nosso filho já é querido por tanta gente. Mas depois do esforço e da ansiedade, receber o pessoal do escritório no hospital não é aquela maravilha toda. Em casa, normalmente, o cansaço é ainda maior e só de pensar em levantar para abrir a porta já dá uma preguiça... A campainha toca e a vontade é de se esconder em baixo dos lençóis.

6. A quarentena

O seu médico vai recomendar cerca de 40 dias de resguardo. Isso é importante para manter a recuperação do organismo e evitar infecções, já que o colo leva esse tempo para fechar. Mas o que acontece com muita gente - e poucas contam - é que o desejo sexual não aparece, necessariamente, quando a quarentena termina. Porque o cansaço é muito, você fica com medo de sentir dor ou até mesmo porque simplesmente não quer. "Acho que até mais importante do que a recomendação médica é respeitar o tempo da mulher. Ela precisa ter vontade de ter relação e saber se está com alguma dor ou não", aponta a obstetra.

7. Cansaço

Ok, sobre isso todo mundo fala e você não pode dizer que não foi avisada. Mas embora a gente escute a vida inteira as mães contando sobre a exaustão de cuidar de um recém-nascido, só descobre mesmo como isso funciona na prática. E é quando você passa o dia inteiro de pijama esperando alguém chegar para poder tomar um banho de dois minutos que entende exatamente o que elas queriam dizer.

8. Gases e inchaço

Não é só a barriga que sai maior do que você gostaria do hospital. O corpo todo fica meio inchado, principalmente os pés. "Na gravidez, o tamanho da barriga já dificulta a circulação e faz as extremidades ficarem inchadas. No pós-parto isso continua, principalmente para quem fez cesárea, pois o tempo em repouso na cama também contribui para isso", esclarece a Dra. Natália, que acrescenta: "como na cesariana abrimos o ventre da mulher, a entrada de ar ajuda a formar gases, que pioram com o repouso".

9. Elas continuam

Você sabia que o útero continua tendo contrações mesmo depois do parto? Pois é. E dá até para sentir! Isso porque ele está voltando ao tamanho normal e esse processo é estimulado pela amamentação. Conforme o bebê suga, estimula a produção de ocitocina que torna essa diminuição do útero ainda mais rápida.

10. Palpites

De repente, todo mundo vai entender tudo sobre recém-nascidos e te dar mil conselhos sobre como dar banho, como colocar o bebê para arrotar e até no tipo de roupa que você coloca nele. Sim. Inclusive gente que não tem a mínima ideia do que fazer com uma criança. Apenas sorria!

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/saude/bebe/10-coisas-que-ninguem-te-conta-sobre-o-pos-parto?origem=homebebe

terça-feira, 10 de março de 2015

Mês da Mulher


"PARA MIM, A CRIAÇÃO DE UMA MENINA FORTE COMEÇA AINDA NA INFÂNCIA: MOSTRANDO QUE ELA NÃO É MENOS (NEM MAIS) POR SER MULHER".
Desde que eu era pequenininha, eu olhava para minha mãe e a considerava uma super-heroína. Eu admirava sua força, determinação e imaginava se um dia conseguiria ser como ela. Costumo dizer que venho de uma família de mulheres fortes: minha bisavó - numa época em que mulher alguma ousava trabalhar fora - tinha uma profissão e ganhava o seu dinheirinho. O mesmo aconteceu com minha avó, que se tornou viúva muito cedo e, a duras penas, teve de se tornar o arrimo da família. Esses foram os exemplos que minha mãe seguiu e acabou crescendo com o mesmo perfil. Se hoje posso dizer que me sinto uma mulher decidida, que corre atrás de seus sonhos, eu devo muito a elas.
E não adianta mostrar isso apenas às nossas filhas - também temos que ensinar os meninos! Para que eles aprendem a respeitar o sexo oposto e, ainda, para que no futuro não se sintam perdidos, sem saber como lidar com mulheres que não aceitam mais o papel de submissão (e que esperam dos homens o parceiro que as acompanhará em todas as esferas de suas vidas - inclusive nas tarefas da casa e nos cuidados com os filhos).
Talvez você esteja se perguntando: "mas como fazer isso? Falar é fácil, difícil é fazer". E a minha resposta é: derrubando os muros que separam o mundinho cor-de-rosa das meninas e o azul dos meninos. Podemos começar deixando que nossos filhos brinquem de cozinhar (não seria ótimo uma geração de homens que sabem preparar o jantar?), enquanto nossas filhas brincam de construir (porque a pequena pode querer ser uma engenheira - e das melhores!). Podemos solicitar de um filho e de uma filha a mesma ajuda para arrumar a mesa, lavar a louça ou fazer suas camas. Podemos dar as mesmas condições a eles - ou só porque é menino pode ganhar um carro quando completa 18 anos, enquanto a irmã recebe um sonoro "não"?
Com isso, não estou querendo dizer que meninos e meninas são iguais (porque, obviamente, não são). Nem que meninas precisam perder sua feminilidade para que se tornem fortes. Apenas acredito em um mundo onde as diferenças são respeitadas e no qual haja, de fato, colaboração entre gêneros - e não competição!
Nós, mães e pais, podemos ajudar nessa mudança. Eliminando nossos próprios preconceitos e permitido que meninos e meninas cresçam em um único mundo - mais compreensivo, mas colaborativo e feliz. Que tal começarmos nesse exato momento?
Escrito por Nivea Salgado
Fonte: www.bebe.abril.com.br

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

O homem e a gravidez


A mulher grávida está em uma transformação diária. Aumento de peso, mudança hormonal, variações de humor e mais uma série de alterações vão acontecendo ao longo dos nove meses.

Sem perceber, muitos homens deixam de participar mais ativamente de todas as transformações que acontecem não só com a mulher, mas dentro da casa. O problema é que o afastamento prejudica a relação entre homem e mulher.

Nessa fase a mulher tende a estar mais sensível e passa a sentir a necessidade de apoio e atenção ainda maior do companheiro.

- Mulher mais sensível requer maior compreensão do companheiro: para se fazer mais presente, o homem deve se envolver mais no dia a dia da casa, nas transformações da mulher e no desenvolvimento da gravidez.

- A maternidade não pode interferir no casamento: é muito importante que mesmo após o nascimento da criança, mãe e pai possam ter, pelo menos, um dia da semana para curtirem o momento a dois.

- Acompanhe as consultas médicas, exames e compras: o envolvimento do homem não fica apenas dentro de casa. Participar ativamente da escolha do enxoval, dos móveis e até da decoração do quarto também é papel do pai.

- Aproveite o tempo antes da chegada da criança: uma coisa valiosa que o casal tem antes da chegada do bebê é o tempo. Aproveite esses momentos para sair com a mulher, ir ao cinema e fazer programas ao ar livre.

- Organize a vida pensando no pós-parto: se na sua casa a mulher é a única responsável pelas tarefas domésticas, é hora de pôr fim nisso. Com o bebê, as atenções da mulher estarão mais voltadas para ele do que para a casa.

- Fazer compras, organizar as idas da empregada e até colocar a mão na massa para limpar e arrumar a bagunça, se você não tem empregada, é uma maneira de se envolver com a nova realidade de pai.



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Fim da licença. E agora, onde deixar o bebê?

Depois de 4 ou 6 meses de total dedicação ao bebê, chega a temida hora de voltar ao trabalho. E por mais que a gente se programe e faça mil planos para que esse processo seja tranquilo, no fim das contas nunca é.

O coração fica apertado e a cabeça, cheia de preocupações - afinal, decidir onde ou com quem deixar o filho não é uma tarefa nada simples.

Seja em casa com uma babá ou avó, seja num berçário ou creche, é preciso considerar vários aspectos. Veja alguns prós e contras de cada opção que podem te ajudar nessa escolha.




No conforto do lar
Deixar o bebê em casa aos cuidados de um adulto (babá, avó, etc.) é uma das opções mais escolhidas pelas famílias. Nesse caso, a confiança é requisito básico. Quem não tem a ajuda de familiares precisa escolher a babá com calma e cautela. Os cuidados em casa não têm tanto profissionalismo ou uma rotina bem definida como no berçário, mas existe um lado muito positivo, pois o ambiente já é bem conhecido pela criança, ela pode ficar mais tranquila e, claro, mais segura, já que não é exposta a possíveis viroses.

No berçário
Se você optar por colocar o bebê num berçário ou creche, tenha em mente que a escolha do local é fundamental. Do ponto de vista da saúde, o assunto divide opiniões. Alguns pediatras acreditam que a saída de casa e a convivência com outras crianças são benéficas. Por outro lado, há médicos que reforçam a importância de manter a criança em casa pelo maior tempo possível. Entre prós e contras na saúde, o berçário traz o benefício de seu filho ser cuidado por profissionais bem preparados, o que garante tranquilidade aos pais.

Fique tranquila
Seja qual for a sua escolha, procure (de verdade) não se sentir culpada por ficar longe do bebê. Essa é uma fase natural para todas as mães que trabalham, e o tempo vai ajeitando as coisas.


Fonte: www.paisefilhos.com.br

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Quartinho do bebê: um conto de fadas!

Uma fase bem especial para mamães e papais é a montagem do quartinho do bebê. Isso porque, os quartos de crianças podem ser comparados a contos de fadas.

Você pode encontrar um vilão dentro do guarda-roupa, uma mocinha embaixo da cama e fazer do seu filho um príncipe que vai salvar esse território com uma espada de brinquedo.

Tudo é ilusão, contos, histórias, mas é nesse espaço que é montado com todo o carinho que eles vão viver grandes fantasias. Por isso, é importante tornar o ambiente agradável, confortável e especial.


Escolher os móveis adequados, ocupar os espaços de forma correta, utilizar tintas especiais, tudo isso é possível com um bom planejamento. Por isso, a dica é avaliar com calma, escolher bem e montar tudo com delicadeza e atenção nos detalhes.

As fotos são do quartinho e enxoval da Helena, com a coleção personalize Começo de Vida.